Fundos geridos por algoritmos chegam ao varejo

Carteiras geridas por IA costumam ir bem em momentos em que a volatilidade dos ativos sobe

A indústria de fundos quantitativos, conhecidos como Quant teve um boom nas duas últimas décadas e hoje quase um em cada três dólares investidos em fundos nos EUA são baseados em modelos matemáticos, segundo reportagem do jornal O Globo. Os fundos tiveram excelentes performances entre 2010 e 2017. Nos últimos anos, e em especial neste ano de pandemia, os algoritmos, de modo geral, tiveram um desempenho fraco.

A divisão de fundos líquidos da KPTL, incubadora do fundo Bohr comandada por Jay Janér, matemático que fez carreira no mercado internacional em derivativos, com passagens por Morgan Stanley, Citibank e GP Investimentos. O fundo Bohr opera com a Binance, que possui certificação ISO 27001, aprovada pela International Organization and Standardization. o Bohr é um fundo de arbitragem em cripto, também chamado de fundo de “puro alfa”, que acumula alta de 71,56% (em dólar) desde a sua criação, em junho de 2020, com um Índice Sharpe diário ao redor 4,4.

As moedas mais voláteis do portfólio do Bohr tiveram entre 250% e 350% de volatilidade anual e perdas máximas que chegam a quase 80% no mês. Entre elas, a iExecRLC (RLC) foi a mais volátil. O Bohr conseguiu transformar essa volatilidade em retornos. Com isso, fechou mais um mês no azul, mantendo um risco controlado de 12% a 13%, em linha com o objetivo do fundo, conforme divulgação dos resultados.

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O mercado de fundos quantitativos

Os fundos Quantitativos, conhecidos como ‘Fundos Quant’, fazem uso intensivo de IA para realizar suas operações. Através de sistemas de Inteligência Artificial, estão sempre em busca de estratégias que gerem um bom retorno para os cotistas. Em geral, os Fundos de Investimento Quantitativos atuam fazendo arbitragem, analisando os históricos de mercado para identificar as assimetrias de preços.

A importância dos fundos de hedge e os baseados em Quant está no fato que historicamente esses fundos possuem melhor desempenho em períodos de crise e altas incertezas. Um cenário perfeito para o momento atual, onde a Pandemia trouxe o caos e a incerteza aos mercados.

No Brasil, os fundos Quant estão em alta, há fundos com retorno na casa dos dois dígitos no ano, como o Seival (15,9%). Dos fundos da Kadima, destaque para o Kadima LT, com alta de 4,01% no ano, enquanto o multimercado da Murano ganhou 5,05% em 2020. O Zarathustra, da Giant Capital, subiu 4,49%, enquanto o da Pandhora, 1,75%, resultados acumulados em 2020 e carecem de atualização. De acordo com dados da Valor Investe, todos esses fundos fazem uso de modelos de machine learning para proteger o capital dos seus cotistas.

 

 

 

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