Bitcoin em queda livre

O Bitcoin continua violando o suporte no nível de US$ 8.000 na última hora. Com abertura de US$ 10.027 em 23 de setembro, o BTC caiu mais de 20%. A queda ocorre após a ruptura de um mês de consolidação em torno do preço de US$ 10.000, a partir de meados de agosto.

O que assustou os investidores é a velocidade da queda em menos de 72 horas, três meses de ganhos foram apagados.

A queda também não é uma anomalia de mercado. O movimento é suportado por US$ 18,3 bilhões em volume negociado, de acordo com a CoinMarketCap, um aumento de 7,6% em comparação com o ano passado nessa mesma data. Entre os dias 24 e 25 de setembro foi registrado US$ 25,0 bilhões e US$ 21,7 bilhões em volume de negócios respectivamente. Embora haja controvérsias sobre esses números segundo o Cryptocompare e a Coincap. Ambos os serviços de indexação de preços registram volumes confiáveis na ordem de entre US$ 3 a US$ 6 bilhões tendo sido negociados esse mês.

Como resultado do recente movimento do mercado, a volatilidade do Bitcoin aumentou consideravelmente após a tendência de queda desde o final de julho, aumentando 48% de 2,1 para 3,1 pontos percentuais.

Apesar da queda repentina de preços, a dominância do Bitcoin aumentou de um ponto percentual total de 67,2 para 68,3%. Isso indica que o Bitcoin não está sozinho em sua perda de valor, com altcoins sofrendo perdas ainda maiores, em média.

Em termos de capitalização geral do mercado de criptomoedas, impressionantes US$ 40 bilhões saíram dos mercados – uma queda de 15,7%. Isso não leva em consideração a fuga de investimentos em direção às stablecoins como Tether e outras pareadas ao dólar. O Tether subiu recentemente para a quarta posição, com um volume de US$ 6.76 bilhões, enquanto o Bitcoin nesse instante apresenta volume de US$ 6.70 bilhões. Alguma correlação? Total. 

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