As perdas decorrentes de hacks em criptomoedas caíram 46,8% ano a ano, totalizando US$ 1,32 bilhão no primeiro semestre de 2026. No entanto, a empresa de segurança blockchain CertiK argumenta que essa diminuição nos números não significa necessariamente que a indústria Web3 esteja mais segura.
Embora a queda em termos de valor seja significativa, os dados do ano passado foram distorcidos pelo hack da Bybit, que com US$ 1,4 bilhão, se tornou o maior da história das criptos. Isso nos lembra que, mesmo com uma diminuição aparente, o cenário ainda é volátil e cheio de riscos.
No segundo trimestre de 2026, mais de 70% das perdas foram atribuídas aos exploits do KelpDAO e do Drift Protocol, ambos relacionados a hackers patrocinados pelo estado norte-coreano. Isso é um alerta para todos nós, investidores: a ameaça dos hackers norte-coreanos continua presente e ativa.
Desde 2017, estima-se que esses hackers tenham roubado mais de US$ 6 bilhões em criptomoedas, conforme apontado pela TRM Labs em abril. Portanto, mesmo com a redução nas perdas, é crucial que continuemos a nos proteger e a fazer nossa própria pesquisa (DYOR) antes de entrar em novos projetos.
O que podemos aprender com isso? A segurança no espaço cripto é uma prioridade. Não podemos nos deixar levar pela hype e esquecer que a vigilância constante é necessária. O mercado pode estar em um ciclo de alta, mas isso não significa que devemos relaxar. Fiquem atentos e sempre busquem informações atualizadas!