Há um ano Charlie Lee, fundador da Litecoin, vendia tudo na alta

O fundador da Litecoin, Charlie Lee, diz que está se concentrando em aumentar o uso da oitava maior cryptomoeda em vez de insistir em sua estranha decisão um ano atrás de vender todas as suas posições em Litecoin no auge da bolha do mercado de ativos digitais.

Na época, Lee disse que a liquidação visava evitar um “conflito de interesse” ao fazer comentários sobre sua influência no projeto fundado por ele. A decisão não convenceu os críticos que o acusaram de reconhecer que havia uma bolha e pular fora antes da queda de 90% no valor do token.

Lee anunciou sua decisão em 20 de dezembro de 2017, um dia após o token atingir um recorde de cerca de US$ 375. Tem caído desde então e agora está sendo negociado a cerca de US$ 30. 

A decisão de Lee, que veio seguida de muita controvérsia, piorou ao longo do ano, com as quedas sucessivas da moeda e sua baixíssima adoção como meio de pagamento.

Esses dias o jovem milionário, Erik Finman, que perdeu muitos milhões esse ano. Afirmou ao The Sun, que considera o Litecoin  e inclusive o Bitcoin, como uns projetos mortos, só piorando a percepção dos investidores sobre a posição de Lee e sobre o futuro do projeto.

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Empreendedor, Cientista de Dados e cryptopesquisador.

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