No dia 26 de junho, a Base lançou a atualização Beryl, que trouxe a introdução do token B20. Essa mudança promete otimizar a experiência dos usuários, reduzindo o tempo de espera para retiradas de sete para cinco dias. Além disso, o B20 é compatível com tokens ERC-20 padrão, mas com controles adicionais que permitem gerenciar o fornecimento, regras de transferência, mintagem, queima, pausa e notas de transação.
É importante destacar que a ativação do B20 ocorreu após uma série de interrupções relacionadas à infraestrutura do sequenciador da Base. No dia 25 de junho, a rede enfrentou uma falha devido a um problema de consenso, onde um bloco inválido foi sequenciado, impedindo a criação de novos blocos. A produção de blocos foi retomada no mesmo dia, após uma pausa de quase duas horas.
Após uma análise detalhada, a Base revelou que um bug no sequenciador causou interrupções consecutivas nos dias 25 e 26 de junho. A primeira falha durou cerca de 116 minutos, enquanto a segunda ocorreu 20 minutos depois, devido a uma condição de corrida que impediu os sequenciadores de se recuperarem após um reset do sistema. Vale lembrar que a primeira interrupção aconteceu horas antes da atualização Beryl, que foi adiada em um dia devido a um problema de sincronização no registro de ativação do B20.
Com todas essas movimentações, fica a pergunta: será que o mercado cripto está preparado para mais uma onda de inovações e desafios? O que podemos esperar do B20 e da Base nos próximos meses? Acompanhe de perto, porque o jogo está apenas começando!