Recentemente, a Comissão de Serviços Financeiros da Coreia do Sul revelou que mais de 40 casos de negociação injusta foram investigados nos últimos dois anos. Isso inclui manipulação de mercado e negociações fraudulentas de criptomoedas, um tema que sempre gera bastante discussão entre os investidores.
No post do presidente da comissão, Lee Eog-won, ele destacou que 30 desses casos foram encaminhados para agências de investigação, resultando na identificação de 25 suspeitos desde que a Lei de Proteção ao Usuário de Ativos Virtuais entrou em vigor em julho de 2024.
Os ganhos ilícitos médios desses casos giraram em torno de 1,4 bilhão de won sul-coreano, o que equivale a aproximadamente 940 mil dólares. Isso mostra como o mercado ainda está suscetível a práticas desleais, algo que todos nós, que estamos na caça por novas gemas, devemos ficar atentos.
Lee também comentou sobre a importância da Lei de Proteção ao Usuário de Ativos Virtuais, que trouxe o mercado de ativos virtuais, antes fora do escopo institucional, para um ambiente regulado. Essa legislação visa proteger os usuários que compram e armazenam ativos cripto com provedores de serviços de ativos virtuais (VASPs).
Os VASPs agora são obrigados a separar os depósitos dos usuários e os ativos virtuais de suas próprias reservas corporativas, mantendo os depósitos dos clientes em bancos. Além disso, a lei tem como alvo atividades ilícitas como negociação interna, wash trading e manipulação de mercado, fortalecendo a autoridade da Comissão de Serviços Financeiros para supervisionar e inspecionar os VASPs.
Lee finalizou afirmando que a comissão continuará a aprimorar os sistemas de investigação e monitoramento de vigilância de mercado, utilizando inteligência artificial, e que responderá proativamente a áreas de alto risco. Isso é um sinal positivo para todos nós que acreditamos na evolução do mercado cripto e na necessidade de um ambiente mais seguro para investir.