Mercado de blockchain e inovação – a próxima fronteira

A Internet mudou muita coisa, não é mesmo? Hoje já estamos acostumados com um aplicativo de mensagens instantâneas ou de pedir comida em casa. Escrever ou consultar o e-mail pelo celular, ou qualquer outro dispositivo móvel, também é comum durante o dia a dia.

Na primeira bateria de 9 artigos publicados percorremos sobre a revolução industrial, o desenvolvimento do mercado digital até algumas principais aplicações da Blockchain para lançar novos 9 artigos para percorrer as aplicações e impactos da blockchain no mercado e na sociedade.

Teve um tempo, no começo da adoção em massa da internet, que você enviar um e-mail era uma coisa revolucionária, fora de qualquer circunstância atual, a maioria ainda não se sentia seguro e falava que só empresas teriam acesso.

Você se comunicar diretamente com outra pessoa, cortar a intermediação da comunicação entre dois pontos colocavam em risco os correios, a maioria dizia.

A geração dos anos 70/80 e, principalmente, a que vem depois da minha cresceu acompanhando a vida dos amigos pelas ferramentas digitais que começavam a ser criadas para se comunicar de um ponto à outro de maneira fácil e rápida.

Com o desenvolvimento do mercado e muitas pessoas entrarem no mundo digital, empresas começaram a usar a Internet e o computador porque a Internet já não era mais tratada como uma bolha, mas algo que veio para ficar.

A Internet teve um grande impacto, reuniu diversas pessoas interessadas no poder de reunir pessoas no mundo digital já que a Internet tinha diversos sites que proliferaram como empresas prontas para fazer negócios e facilitar o uso desse novo mundo digital.

Hoje grupos e comunidades digitais têm relação próxima com empresas e organizações que se relacionam de maneira dinâmica para construir o mercado, não soa muito familiar?

O mercado de Bitcoin e Blockchain é um mercado novo e que veio para ficar assim como as ferramentas que mandam e recebem informação, só que com o Bitcoin e Blockchain você consegue transferir valor de forma parecida da que mandar um e-mail.

Vocês me perdoem a simplicidade, mas, afinal, o que é valor? Se um mercado acredita em um produto ou serviço por um valor é por ele que é negociado, a feira de frutas e verduras de manhã não é a mesma de tarde.

Uma leitura rápida dos clássicos economistas facilmente acessado em uma rodada no Google porque a síntese que trago pra cá é de que ao valor se dá à confiança de quem negocia.

A Blockchain é um novo meio de produção de organizações e empresas que querem autonomia, rapidez, transparência e segurança nas suas operações e conta com um mercado já estabelecido de mais de bilhões de dólares.

Empresas e organizações que podem deslocar fundos ou reservas financeiras sem precisar de intermediadores era algo inimaginável, assim como ter uma conta de banco online que só por ter saldo na conta rende mais que a poupança.

O mercado que a Internet traz ainda é novo, mas já com experiência, enquanto a da Blockchain ainda é novo e está amadurecendo porque mais pessoas têm se interessado pela moeda digital, pela tecnologia e procurado meios entrar ter um Bitcoin.

Esquemas clandestinos levaram muitos milhões de dólares de pessoas que estavam no mercado porque acreditavam no mercado em projetos que não deram certos porque eram fracos, fraudulentos ou esquemas financeiros.

Assim como as primeiras empresas na Internet proliferaram um monte de iniciativas vazias que criavam novos caminhos e novas formas de aplicações e soluções financeiras em contrapartida do mercado financeiro tradicional burocrático e caro.

Mas tivemos empresas, organizações, investidores e profissionais de sucesso.

Forjaram uma comunidade digital forte e engajada, capaz de usar as mídias sociais além do entretenimento e as aplicações além dos sites e apps. A oferta e a demanda mudaram, assim como os meios de produção e os profissionais do mercado de Tecnologia da Informação.

A primeira era da Internet, essa do e-mail – da Informação – foi tomada pela Indústria do entretenimento e deixou de lado uma coisa importante que na Internet desde os seus primeiros passos sempre estimulou: a autonomia.

A autonomia de sentar e escrever para compartilhar com outras pessoas aquilo que você decidir, de ir atrás daquilo que acredita, questionar os seus critérios, criar oportunidades não tem espaço para um intermediário na Internet que vai resolver seus problemas no mundo digital, estamos por nossa conta, risco e é preciso se manter atualizado.

Quem for que seja, empresa ou consumidor, que exercite sua autonomia no mundo digital acaba por exercitar ela por completa.

A Blockchain, além do Bitcoin, pode deixar esse mundo digital mais protegido, mas precisa de gente afim de mergulhar e navegar entre blocos e ser o ponto entre quem está apostando no mercado e quem está fazendo o mercado.

Muitas empresas, organizações, investidores profissionais e entusiastas que montam o mercado e comunidade de Blockchain e cripto ativos no Brasil já viram que a Educação é extremamente necessária quando se trata de Bitcoin e Blockchain por conta das parcerias entre universidades pelo Brasil afora com cursos sobre o assunto.

A própria Wall Street teve seus desafios para alavancar suas atividades, mas conseguiu ao reconhecer que os lobos estavam uns contra os outros quando na verdade eram todos da mesma alcateia e resolveram se unir.

O básico, como entender que a sua barra de ouro só é sua quando está no seu cofre em lugar seguro, como um Bitcoin numa carteira offline, se torna conhecimento básico essencial para construir o mercado no Brasil.

Revolucionários. Libertários. Visionários

Quem ler Satoshi Nakamoto alucina com a brilhante ideia do Bitcoin logo de cara e vê que é como se Nakamoto passasse um bastão para ajudar a fazer esse projeto uma realidade, a comunidade em rede tinha todas as ferramentas, agora estava completa.

A adoção em massa partiria da massa, da própria experiência. É ser Satoshi Nakamoto, assumir ou não assumir um papel na construção porque não tem chefe de obras pra chamar pra resolver os problemas, ou pelo menos não precisa ter nada além da própria comunidade.

Os ventos estão favoráveis, a regata abastecida e as águas começando a se agitar, ou seja, é preciso navegar. Navegar em direção de compartilhar a experiência como membro de uma Organização Autonomia Distribuída no Blockchain Research Institute Brasil.

Nessa nova temporada voltamos ao oceano azul da Blockchain e novos negócios não mais para um mergulho, mas para navegar entre projetos e iniciativas.

Vamos percorrer a experiência do lançamento do primeiro Workshop Blockchain Revolution: Transformando Vidas e Negócios pelo BRI Brasil e da Reserve Protocol que  trazem cada vez mais para a realidade as aplicações da tecnologia por trás do Bitcoin.

A Reserve é uma stable coin descentralizada, que inicia suas atividades no Brasil que tem um forte comprometimento com Educação no qual compartilhamos conteúdo de qualidade para aprofundar discussões sobre soluções econômicas com cripto ativos que está aberto para quem quer participar: https://chat.whatsapp.com/L56Ph3ofwc4AT2TjKF1B5t 

Com essa bateria de 9 artigos vamos explorar o mundo além das moedas digitais, conhecer projetos e organizações que usam blockchain para alavancar a construção do mercado com debate saudável que tem tudo para ser exponencial.

Por Bruno Contardi.

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